terça-feira, 22 de maio de 2012

Beethoven's 5th Symphony

MUSEU-TESOURO DA SÉ DE BRAGA

MUSEU DA SÉ CATEDRAL DE BRAGA

As coleções do Tesouro-Museu da Sé de Braga (TMSB) testemunham, no seu conjunto, mais de XV séculos da história da Arte e da vida da Igreja em Braga. Em formação desde a sua fundação, em 1930, o TMSB acolhe um valioso espólio, constituído por coleções de cerâmica, escultura, medalhística, mobiliário, numismática, ourivesaria, pintura, têxtil. A Exposição Permanente, Raízes de Eternidade. Jesus Cristo – Uma Igreja, consagrada à arte sacra, permite, através dos diferentes núcleos, revisitar a vida de Jesus Cristo e a história da Igreja em Braga. Esta é contada tomando como referência alguns arcebispos, desde o século V até ao século XX. A narração é complementada com os núcleos dedicados à paramentaria e ourivesaria. [info]

Marcha Triunfal - Aida de Verdi

MUSEU DA SÉ CATEDRAL DE BRAGA

No seu conjunto, as colecções do Tesouro-Museu da Sé de Braga testemunham mais de XV séculos de História da Arte e da vida da Igreja Católica em Braga. O acervo do Tesouro-Museu é composto por arte sacra e por objectos ligados à história da Arquidiocese e à vida litúrgica da Catedral de Braga. Em formação desde a sua fundação, o Tesouro-Museu da Sé de Braga acolhe um valioso espólio, constituído pelas seguintes principais colecções: Composta por um importante conjunto de alfaias litúrgicas – cálices, píxides, custódias, turíbulos, lanternas, cruzes processionais e de banqueta, castiçais, ex-votos - das quais destacamos o cálice e a patena de S. Geraldo, a cruz gótica de Vilar de Frades e a predela e o cálice de D. Diogo de Sousa.
Ourivesaria - Cálice e Patena de S. Geraldo / Século X-XI / TMSB 5 OUR
Escultura - Cofre de Marfim 1004-1008 TMSB 157 ESC / Representada por peças de diferentes materiais – calcário, madeira, marfim –, com especial referência para o cofre hispano-árabe, do século X
Pintura - Cristo Crucificado Século XVII-XVIII TMSB 1 PINT / As peças desta colecção assentam basicamente em temas religiosos, compostos por pintura a óleo sobre tela, dos séculos XVII a XIX.
Têxtil - Mitra Século XIV TMSB 1756 TEX / É uma das mais nobres e representativas colecções do Tesouro-Museu. É constituída por cerca de 2000 peças de paramentaria, que reflectem a evolução dos usos litúrgicos, das técnicas, materiais e elementos decorativos. As peças mais emblemáticas desta colecção são a mitra e as luvas pertencentes ao Arcebispo D. Gonçalo Pereira, prelado da diocese, no século XIV.
Luvas Pontificais Século XIVI TMSB 1757 TEX
Mobiliário - Estante de Coro Portugal, 1737 (?)I TMSB 75 MOB / Das peças que constituem esta colecção, destacamos o órgão positivo da segunda metade do século XVII, adquirido pelo Arcebispo D. Luís de Sousa para o coro da Capela de S. Geraldo e a estante de coro, de grandes dimensões, do século XVIII, que se encontra exposta no Coro Alto da Catedral.
Cerâmica - Pote Século XVII TMSB 400 CER / Inclui peças de azulejaria e de faiança. Deste extenso núcleo são de salientar o conjunto de jarrões de porcelana chinesa da Companhia das Índias, dos séculos XVII – XVIII.
Arqueologia - Túmulo Romano-cristão Século V-VII TMSB 182 ARQ / Deste conjunto de peças destaca-se um sarcófago romano-cristão do século V-VI, de excepcional valor arqueológico, histórico, cultural e artístico, descoberto há anos numa das dependências da Catedral.

DOM EURICO-MEMÓRIA E GRATIDÃO

MUSEU DA SÉ CATEDRAL DE BRAGA

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. Constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques.
História / Assenta sobre as fundações de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis, conforme testemunha uma pedra votiva na parede leste, e os muros de uma posterior basílica paleocristã. A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI. Em 1688 destacou-se a campanha de obras promovida pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro. Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se atualmente o Tesouro Museu da Sé Catedral. No século XX foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.
Características / O templo românico apresentava a fachada neste estilo, ladeada por duas torres sineiras onde se abre o portal principal. O interior é constituído por três naves, com seis tramos e cobertura de madeira, transepto desenvolvido e uma cabeceira com a abside rodeada por dois absidíolos. Os elementos básicos desta traça ainda hoje se conservam com excepção da cabeceira. O seu altar é dedicado à Virgem Maria.[1] O essencial da escultura românica da Sé sobreviveu até hoje, estando concentrada nos portais (principal e lateral sul, a chamada "Porta do Sol") e nos capitéis do corpo do templo. A igreja possui dois órgãos de tubos: o órgão do lado do Evangelho (1737) e o órgão do da Epístola (1739), obras de Simãos Fontanes e decorados em talha da autoria de Marceliano de Araújo. É também notável o túmulo do Infante D. Afonso, filho de João I de Portugal, de estilo e proveniência Flamenga; e a pia baptismal gótico-manuelina.
Capela de São Geraldo A primitiva capela, da qual apenas resta a estrutura das paredes, foi mandada erguer pelo arcebispo Geraldo de Moissac, sob a invocação de São Nicolau. Em 1418-1467 o arcebispo D. Fernando da Guerra, após Geraldo de Moissac ter sido considerado santo, dedicou a Capela a este antigo arcebispo de Braga, e os restos do santo sepultados no retábulo principal. A capela é decorada em talha barroca; os azulejos são atribuídos ao pintor António de Oliveira Bernardes. No chão encontra-se a sepultura de D. Rodrigo de Moura Teles.
CAPELA SE SÃO GERALDO
Capela dos Reis / A exemplo da construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória da Batalha, em cumprimento a um voto de agradecimento pela vitória das armas portuguesas na Batalha de Aljubarrota feito por João I de Portugal, esta capela foi erguida em cumprimento a voto semelhante, feito pelo então arcebispo de Braga, D. Lourenço Vicente, presente à mesma batalha, em honra da Virgem. Em estilo gótico, aqui se encontram os túmulos dos pais de D. Afonso Henriques, Henrique de Borgonha, conde de Portucale, e sua esposa, Teresa de Leão, e o de D. Lourenço Vicente. Capela de Nossa Senhora da Glória / Erguida por iniciativa do arcebispo D. Gonçalo Pereira para seu monumento funerário. Em 17 de novembro de 1331, o Papa João XXII através da bula "Marita tuae devotionis", concedeu a D. Gonçalo Pereira autorização para gastar 6000 florins de ouro, das rendas da mesa arquiepiscopal, na dotação da capela que planeava construir. O arcebispo está sepultado num túmulo gótico, semelhante ao da Rainha Santa Isabel, em Coimbra, obra de dois escultores: os mestres Pero e Telo Garcia. Capela de Nossa Senhora da Piedade / Erguida por iniciativa do arcebispo D. Diogo de Sousa em 1513, aqui se encontra o seu túmulo. Igreja da Misericórdia de Braga / A Igreja da Misericórdia localiza-se na freguesia da Sé, no centro histórico da cidade de Braga, no distrito de mesmo nome, em Portugal. É um dos únicos monumentos renascentistas da cidade, e está incluída no conjunto de edificações da Sé Catedral de Braga. História / Foi erguida entre 1560 e 1562, ao tempo do Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires (1559-1558). Ao longo dos séculos foi objeto de várias remodelações, adquirindo o atual aspeto em 1891. Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1977. O altar em talha é da autoria de Marceliano de Araújo.
Claustro / O atual claustro foi construído no século XIX em substituição a um anterior, gótico, e que já no século XVIII ameaçava ruína. Aqui se encontra em nossos dias a sepultura da Irmã Maria Estrela Divina, religiosa Terciária Estigmatizada, que faleceu em odor de santidade. Existe um outro claustro anexo mais antigo, chamado de Claustro dos Reis, uma vez que aqui se encontram sepultados os reis Suevos, segundo uma antiquíssima tradição. Carrilhão / O primeiro carrilhão da Sé foi inaugurado no século XVII. Ao longo dos séculos, os Arcebispos de Braga acrescentaram novos sinos, tornando-o num dos maiores do país. Em 1996 nele foram substituídos 23 sinos. Os sinos apeados ao longo dos séculos da Sé e das igrejas de Braga estão reunidos no Tesouro Museu da Sé Catedral, que contabiliza mais de 200 destas peças. Cronologia Século XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média; 1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo; 1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes; 1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto; 1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos; 1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo; 1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro; 1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis; Século XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I; 1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo; 1486 / 1501 - Construção da galilé; 1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo; 1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade); Século XVII, finais - Construção da sacristia grande; 1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada; 1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé; 1737 - Data do cadeiral; 1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo; 1755 - Terramoto provoca fendas nas torres; 1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor; 1930 - Criação do Museu de Arte Sacra. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
SÉ DE BRAGA: TÚMULO DE D. DIOGO DE SOUSA
SÉ DE BRAGA: CLAUSTRO

MUSEU DA SÉ CATEDRAL DE BRAGA

Colecções / Patrimónios / O Tesouro-Museu da Sé de Braga encerra um espólio de inestimável valor, recolhido ao longo de mil anos de vida cristã dinamizada a partir da Catedral. O Tesouro-Museu da Sé de Braga é constituído pelas seguintes colecções: Ourivesaria, Escultura, Pintura, Têxtil, Mobiliário, Cerâmica e Arqueologia. Deste sacro tesouro destacamos o cálice e patena de S. Geraldo, de prata dourada, dos finais do século XI, o cofre de marfim, do século XI, produto das oficinas cordovesas, a estante de missal de arte nambam, assim como a cruz de ferro, que segundo a tradição, foi usada na primeira missa celebrada em 1500, no Brasil. Apresenta igualmente outras peças de relevante valor estético e sacro representativas das colecções de arte do País.

MUSEU DA SÉ CATEDRAL DE BRAGA

TESOURO-MUSEU DA SÉ DE BRAGA / Breve Historial do Museu / A fundação do Tesouro-Museu da Sé de Braga data de 1930 e resulta da vontade do Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos que, com a colaboração do Cónego Manuel de Aguiar Barreiros, tudo fez junto do Governo de então para a criação de um Museu de Arte Sacra. Criado deste modo o hoje designado Tesouro-Museu da Sé de Braga, está desde a sua fundação instalado na antiga Casa do Cabido. Esta casa anexa à Catedral foi mandada construir, no século XVIII, pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles. A reorganização das colecções, do inventário e da exposição será uma realidade, uma vez concluída a ampliação do Museu, em curso. Estas obras são apoiadas pelo Programa Operacional da Cultura (POC). Esta ampliação possibilitará ainda a criação de reservas, espaços de trabalho e de serviços educativos, loja e novas áreas de exposição permanente.

MUSEU DA SÉ CATEDRAL DE BRAGA

O Tesouro-Museu da Sé de Braga encerra um espólio de inestimável valor, com peças que cobrem um período de mil e quinhentos anos e que, em muitos casos, sintetizam a vida cristã dinamizada a partir da Catedral. A fundação do Tesouro-Museu da Sé de Braga data de 1930 e resulta da vontade do Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos que tudo fez junto do Governo de então para a criação de um Museu de Arte Sacra. Criado deste modo o hoje designado Tesouro-Museu da Sé de Braga, está desde a sua fundação instalado na antiga Casa do Cabido. Esta casa anexa à Catedral foi mandada construir, no século XVIII, pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles. As instalações foram ampliadas, durante os anos 2003 a 2007, a cinco casas contíguas. As obras de ampliação e remodelação de todo o espaço foram inauguradas a 30 de Março de 2007. Situado no centro histórico da cidade de Braga, o Tesouro-Museu ocupa cerca de 1482 m2 de salas de exposição, reservas, serviços educativos, serviços administrativos, acessibilidades e Loja do Tesouro. A Exposição Permanente, que tem por título Raízes de Eternidade: Jesus Cristo – Uma Igreja, oferece a possibilidade de re-visitar a vida de Jesus Cristo (Anunciação, Natividade, Infância, Transição, Paixão e Morte, Mistérios Gloriosos) e a história da Igreja em Braga, contada tomando como referência alguns arcebispos, desde o século V até ao século XX. Esta história é complementada com os núcleos de paramentaria e ourivesaria. Além da Exposição Permanente (Percurso 1), o visitante pode ainda optar por outros três percursos: Capelas e Coro Alto (Percurso 2), Torres (Percurso 3) e Visita Guiada à Sé (Percurso 4). Director: Cón. Doutor Pio G. Alves de Sousa Director Adjunto: Cónego António da Silva Macedo

MUSEU DA SÉ CATEDRAL DE BRAGA

Tesouro Museu da Catedral de Braga, reúne um variado espólio de Arte Sacra cuja imagem está indissoluvelmente ligada à instituição que o acolhe. A fundação deste Tesouro data de Março de 1930 e resulta da diligente vontade do Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos, que tudo fez para promover junto do governo de então, a criação de um Museu de Arte Sacra, que harmonizasse as aspirações dos estudiosos, a educação do público e as necessidades do culto na Catedral. Concretizando este projecto, a antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, acolhe desde então, este precioso Tesouro, que teve como seus primeiros directores os Cónegos Manuel Aguiar e Luciano Afonso dos Santos. Neste espaço encontramos valiosas peças, quer pela sua raridade. Quer pelo seu valor artístico e/ou histórico.

SÉ DE BRAGA

'Mais velho que a Sé de Braga' é uma expressão popular, bem conhecida, que quer significar a veterania de uma qualquer realidade. A visita virtual a que agora o convidamos não será, contudo, apenas o encontro com um passado que se perde na lonjura dos séculos: um passado recheado de uma notável riqueza artística, histórica, litúrgica. Visitar a Sé de Braga é, também, uma oportunidade para o encontro com uma riqueza patrimonial posta ao serviço da fé do Povo de Deus, hoje.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

MUSEU DE AVEIRO

MUSEU DE AVEIRO

MUSEU DE AVEIRO

MUSEU DE AVEIRO

O Museu ocupa as dependências do Convento de Jesus, edificado no séc. XV, onde se recolheu, em 1472, a infanta D. Joana, filha do rei Afonso V e onde viria a morrer em 1490. A presença desta real personagem, beatificada em 1673, beneficiou o convento com o legado dos seus avultados bens. Nos sécs. XVII e XVIII acolheu uma escola de bordadeiras a quem se deve muitas das sumptuosas peças guardadas no Museu. A fachada actual data do séc. XVIII e nela se inscrevem três portais com bonitos frontões, vendo-se o brasão real no d0 meio. O edifício conserva alguns espaços que serviam à vivência conventual: o átrio, onde funcionava a portaria, o claustro do séc. XV , que conserva uma colunata renascentista, algumas capelas manuelinas decoradas com azulejos e a casa do capítulo. No interior da igreja merece especial atenção a capela-mor pelo notável trabalho de talha dourada, de finais do séc. XVI, a lembrar uma obra de ourivesaria. Nas paredes forradas com painéis de azulejos vêem-se seis telas representando momentos da vida de Santa Joana Princesa. No coro baixo da igreja, onde as religiosas assistiam aos ofícios litúrgicos, encontra-se o túmulo de Santa Joana, peça de exímia execução com finíssimos embutidos de mármores italianos de diversas cores. Trabalharam nele artistas portugueses, devendo-se o seu desenho a Manuel Antunes, arquitecto régio. Iniciada a obra em 1699, por mando de D. Pedro II, só em 1711 nele seriam colocadas as cinzas da Infanta, a quem Aveiro dedica uma festa religiosa a 12 de Maio, efeméride da sua morte, que inclui uma peregrinação a este local. O Museu foi fundado em 1911 para abrigar peças de arte recolhidas em casas e comunidades religiosas da região e de vários pontos do país, incluindo Lisboa, dissolvidas ou encerradas com a extinção das Ordens religiosas, incluindo as originárias do próprio convento de Jesus. Possui notáveis colecções de pintura, escultura, talha, azulejaria, ourivesaria, mobiliário e paramentaria. Das colecções de pintura merece destaque o retrato da Infanta Santa Joana, atribuído à Escola de Nuno Gonçalves. A Infanta é representada em trajo de corte, na sua plena juventude, mas no seu rosto manifesta-se uma expressão de tristeza e resignação. Magníficos frontais de altar bordados a ouro, colecções muito valiosas de paramentaria e ourivesaria, códices raríssimos dos sécs. XV e XVI (incluindo o da fundação do Convento e vida de Santa Joana), fazem do Museu de Aveiro um ponto de paragem obrigatória. Convento de Jesus / A fachada actual do convento data do séc. XVIII e nela se inscrevem três portais com bonitos frontões, vendo-se o brazão real no do meio. O edifício conserva alguns espaços que serviam à vivência conventual: o átrio, onde funcionava a portaria, o claustro do séc. XV, que conserva uma colunata renascentista, algumas capelas manuelinas decoradas com azulejos e a casa do capítulo. No interior da igreja merece especial atenção a capela-mor pelo notável trabalho de talha dourada, de finais do séc. XVI, a lembrar uma obra de ourivesaria. Nas paredes forradas com painéis de ajulejos vêem-se seis telas representando momentos da vida de Santa Joana Princesa. No coro baixo da igreja, onde as religiosas assistiam aos ofícios litúrgicos, encontra-se o túmulo de Santa Joana, peça de exímia execução com finíssimos embutidos de mármores italianos de diversas cores. Trabalharam nele artistas portugueses, devendo-so o seu desenho a Manuel Antunes, arquitecto régio. Iniciada a obra em 1699, por mando de D. Pedro II, só em 1711 nele seriam colocadas as cinzas da Infanta, a quem Aveiro dedica uma festa religiosa a 12 de Maio, efeméride da sua morte, que inclui uma peregrinação a este local. Santuário de Santa Joana Princesa / A Sala-Santuário da Santa encontra-se na Igreja de Jesus, Museu da Cidade. A sua instalação foi autorizada por bula do Papa Pio II, em 1461. Funcionou como Convento, tendo-se recolhido aqui a Princesa Infanta D. Joana, filha de D.Afonso V. O Túmulo está envolvido por uma decoração parietal de talha, azulejos e mármore, sob um tecto policromo - estilo barroco. É local de peregrinações individuais de devotos da Santa. A procissão, essencialmente litúrgica, também inclui elementos civis - damas, cavaleiros, infantes, pagens e outras figuras. A Festa religiosa realiza-se no dia 12 de Maio (feriado municipal).

domingo, 20 de maio de 2012

MUSEU DE AVEIRO

O Museu de Aveiro, museu de História e Arte, instituído no antigo Convento de Jesus, da Ordem Dominicana feminina, em Aveiro, é formado pela área monumental e pela exposição permanente. A área monumental evidencia o traçado conventual que remonta ao séc. XV, designadamente da Igreja de Jesus e do claustro, concluídos no séc. XVI, o estilo Barroco do coro baixo, com o túmulo da Princesa Santa Joana (1693-1711), do coro alto e de diversas capelas devocionais, dos sécs. XVII e XVIII, e a fachada “apalaçada”, fisionomia do museu, do séc. XVIII. A exposição permanente apresenta obras de Pintura, Escultura, Talha, Azulejo, Ourivesaria e Têxteis, dos sécs. XIV-XV ao séc. XIX, provenientes de conventos extintos de Aveiro e de outras regiões do país. Da colecção do Livro Antigo e dos Manuscritos, documentos da fundação do convento e da vida da Princesa Santa Joana (m. 1490), filha de D. Afonso V, figura incontornável na história do Convento. Do acervo do Museu constam ainda as colecções de Cerâmica, Vidros, Metais e a Arqueologia.

CASA TRADICIONAL CASTREJA