quinta-feira, 17 de maio de 2012
MUSEUS DE PORTUGAL
Museu Nacional de Machado de Castro
O Museu Nacional de Machado de Castro localiza-se no antigo Paço Episcopal de Coimbra, na freguesia da Sé Nova, na cidade e concelho de Coimbra, distrito de Coimbra, em Portugal. Foi classificado como Monumento Nacional em 1910. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Museu Nacional Machado de Castro abriu ao público em Outubro de 1913, tendo sido elevado à categoria de Museu Nacional no ano de 1965. Depois de uma requalificação recente é possível conhecer o Criptopórtico romano de Aeminium
O conjunto dos seus edifícios foi classificado em 1910 como Monumento Nacional. O antigo Paço Episcopal assenta sobre o Criptopórtico do fórum de Aeminium, datado do século I d.c., constituindo a mais significativa construção romana conservada em território nacional.
Os diversos edifícios foram sendo erguidos ao longo dos séculos XII-XVIII, com a função de servir como residência episcopal. Das suas várias remodelações, destacam-se os vestígios de parte do claustro românico do período "Condal" (c. 1100-1140), a sua clássica e harmoniosa "Loggia" dos finais do séc. XVI e o templo barroco de São João de Almedina, construído entre os finais do século XVII e os inícios do seguinte.
O nome do Museu foi adoptado como forma de homenagear um dos maiores vultos da escultura nacional. Com efeito, Joaquim Machado de Castro (1731-1822) nasceu próximo de Coimbra e foi escultor régio durante os reinados de D. José I, D. Maria e de D. joão VI.
O património artístico do Museu Nacional de Machado de Castro é formado por diversas colecções que testemunham a riqueza da Igreja e a importância do mecenato régio, às quais foram ligadas as mais significativas obras de arte e alfaias religiosas do acervo. O seu espólio foi ainda enriquecido com diversas outras aquisições, legados e doações efectuados por particulares.
Destaca-se a escultura monocromática ou polícroma, em pedra e madeira, ilustrando através de numerosas obras-primas o labor das melhores oficinas flamengas e, igualmente, a evolução das escolas portuguesas, ao longo da Idade Média até ao final do século XVIII. Contudo, os núcleos de ourivesaria, pintura, cerâmica e têxteis impõem-se com igual importância e representatividade para a arte importada e no panorama da produção nacional. Destaque ainda para as colecções arqueológicas e as se que referem à arte oriental.
O Museu foi alvo, recentemente, da requalificação e empliação dos espaços arquitectónicos e museológicos, um projecto da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, que permite agora conhecer o criptopórtico, uma das mais notáveis obras de arquitectura romana em Portugal.
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